A energia da Chapada. Viva!
Um refúgio de desconexão, arte e gastronomia às margens do Lago Paranoá.
O portal da Chapada
no coração de Brasília.
Onde a fauna, a flora e a cena do Cerrado encontram gente.
Aqui você não entra. Aqui você atravessa.
Raízes do Cerrado, à beira do lago.
Nascemos para reaproximar a cidade da fauna, da flora e da cena do Cerrado, sem que ninguém precise pegar a estrada.
O Cápsula Bar nasceu da vivência de Lia Braga, que passou seis anos morando na Chapada dos Veadeiros e criando pontos de convivência em São Jorge, o Lambuze, o Bar do Mirante e o Lambux. O Cápsula é a continuação desse trabalho: os bares que ela conheceu de dentro viram ambientes de uma só casa, agora na SHTN, de frente para o Lago Paranoá.
Boa parte da equipe, dos fornecedores e dos artistas virá da própria Chapada. É o que sustenta a promessa: quem servir, cozinhar e tocar aqui carrega a história do território de onde a casa fala.
Por que o Cápsula é diferente de um bar com tema.
A Chapada não entrou aqui como decoração. Entra como material de construção, como ingrediente, como repertório e como gente construindo a casa, a história e as raízes do Cerrado em uso, não em citação. Cada um dos quatro pilares abaixo tem consequência prática no que você vê, come e ouve.
Do portal à última luz da noite.
Quatro momentos que a casa foi desenhada para oferecer.
- 01 Atravessar o portal A chegada não é uma porta, é uma passagem: vegetação, terra e o lago aparecendo aos poucos.
- 02 Pegar a última luz O terreno é virado para o poente. O fim de tarde sobre o Paranoá é o momento em que a casa para para olhar.
- 03 Percorrer os quatro Seu Claro, do Pelé, do Ypê e Clandestino, quatro atmosferas para atravessar em uma só noite.
- 04 Ficar até o fim Quando a noite avança, o Clandestino assume: luz de vela, céu à vista e o que não se conta no dia seguinte.
O que vem por aí.
Cinco formatos nascem com a casa. As datas vêm com a abertura.
Histórias que vêm da Chapada.
Vozes da comunidade, notas da cozinha e os bastidores de quem está construindo a casa.
Quem faz o cristal virar joia
Uma tarde na oficina de dona Neusa, em São Jorge, onde o quartzo bruto encontra a prata.
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A cagaita e o tempo certo da infusão
Por que a fruta que estraga em dois dias virou o licor mais teimoso da casa.
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A noite em que a cena abriu o deck
Registro da primeira intervenção cênica à beira d'água, entre LED e brasa.
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Quatro bares, uma vila
Como Seu Claro, Pelé, Ypê e Clandestino saíram de São Jorge e chegaram ao Paranoá.
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